O Retorno de Ultra

 

               

Ultra Seven é declarado Cavaleiro Jedi. Tornou-se um excelente espadachim com o seu sabre de luz. Tinha poderes que nunca imaginava em usar. Ficou mais sábio e tinha uma tese: “Você é responsável pelo seu Poder”. Quanto mais poderoso é, maior é a sua responsabilidade. Mestre Luke percebia nele a satisfação em sua nova vida junto à Força, mas queira mais: torná-lo um mestre jedi. Contudo sentia que algo ainda o incomodava.

                - Meu amigo, sinto que tem algo que o incomoda. Disse Mestre Luke.

                - Mestre, ainda há uma coisa que tenho que fazer. Disse Seven.

- E o que é? Perguntou o jedi.

- Tenho que cumprir o que havia dito a Ultraman Jack: retornar a M-78.

                - E por que?

                - Há um assunto pendente que quero encerrar.

                - A sua condenação ao exílio... eu percebi.

                - Sinto que é necessário. Não posso fugir do passado. Tenho que enfrentá-lo. Respondeu Seven.

- Talvez você tenha que enfrentar um novo julgamento. Para eles, você é um condenado que fugiu da sua pena.

- Por isso que tenho que ir a M-78. É um assunto que tenho que resolver.

- Está bem, meu amigo. Se acha necessário... Pretende ir voando ou usar o starfighter?

Ultra Seven pensou um pouco e decidiu:

- Usarei a nave. Assim não despertarei atenção até que eu esteja bem perto. Depois assumirei o meu tamanho natural.

- E quando pretende partir?

- Ao alvorecer. Preciso de tempo para meditar.

- Então vá e medite meu amigo. Mas avise-me antes de partir.

 

Assim, a noite caiu em Conruscant e, no Salão do Conselho Jedi, Ultra Seven meditou durante a noite inteira sobre a sua volta, a reação do povo Ultra e o que poderia enfrentar. Estava decidido em ir. Contudo, Mestre Luke está preocupado com esta decisão. O que farão com Seven?

Durante a meditação, Seven viu uma tênue luz em cima de um dos assentos do salão. Achou estranho e se aproximou dela. Era uma aura de um pequeno ser de orelhas pontudas, portando um tipo de bengala e usando um robe.

- Não assustado ficar. Ajudar você eu querer. Disse o pequeno ser.

- Quem é você? Perguntou Seven.

- Estranho você não saber. Respondeu o ser.

- Por que?

- De mim nada falou seu mestre?

- Se eu soubesse seu nome?

- Mestre de Luke eu fui.

Seven pensou um pouco e disse:

- Yoda?

- Hum... Percepção lenta ainda para mestre está. Mais rápido necessita ser.

- Nunca imaginaria encontrá-lo.

- Poderosa a Força é. Confiança nela você precisa.

- Entendi. Farei uma viagem importante em breve.

- Passado enfrentar você tem.

- Eu sei disso.

-  Confiar na Força você terá. Vencer assim você conseguirá.

Quando Yoda terminou de falar, a aura se dispersou vagarosamente, diante dos olhos de Seven.

- Eu compreendi, mestre. Eu compreendi. Pensou.

 

Ao alvorecer de Conruscant, Ultra Seven dirigiu-se à plataforma de pouso do Palácio das Cinco Torres, abriu o seu robe para descobrir o peito, abriu os braços e ficou de frente ao sol daquele planeta, para recarregar suas energias. O seu peito piscavam luzes intermitentes. Quando terminou, deparou-se com o seu mestre Jedi.

- Estou pronto para partir. Avisou Seven. Já ia lhe avisar.

- Seven, a sua ida a M-78 causa-me preocupação. Sinto que serão hostis a você. Tome cuidado. Alertou Mestre Luke.

- Tomarei sim. Disse Seven embarcando no starfighter jedi.

- Que a Força esteja com você. Desejou o Mestre Jedi

- Que a Força esteja com você, mestre. Respondeu Seven.

 

Assim, o starfighter jedi decolou para a sua viagem a M-78. Mestre Luke ficou acompanhando com o olhar a nave desaparecendo do céu de Conruscant e pensou:

- Você vai precisar de ajuda!

Enquanto isso, Ultra Seven segue os procedimentos padrão de saída de Conruscant:

- Starfighter Jedi solicita autorização para saída de Conruscant.

- Permissão concedida. Abriremos os escudos de defesa para a sua saída. Disse o Centro de Defesa.

- Certo. Passarei a 2 ponto 5 ponto 7, a meia dobra.

- Compreendido. Estamos monitorando a sua saída. Boa viagem, starfighter Jedi.

- Obrigado.

A pequena nave saiu do espaço de defesa de Conruscant. Então Seven acertou as coordenadas do sistema de navegação e entrou em hiper-espaço, para alcançar M-78 logo. Só que não percebeu que outro starfighter o seguia.

 

Assim que o sistema de navegação acusou a proximidade do objetivo, o starfighter saiu do hiper-espaço. Ultra Seven pode, enfim,  avistar o seu planeta natal.

Perguntava a si mesmo apreensivo: O que vocês farão comigo?

Ao se aproximar do planeta, dois seres gigantescos aproximaram do starfighter. Eram dois ultras de patrulha querendo identificar a nave.

- Identifique-se! Bradou um dos ultras.

- Starfighter Jedi, vindo do planeta Conruscant. Estou em missão de paz. Desejo uma audiência com o Rei! Disse Seven sem mencionar quem era.

- Acompanhe-nos!  Disse um dos ultras.

Então a nave jedi foi escoltada até o céu de M-78. Como o starfighter era pequeno em relação aos ultras, eles pousaram antes e aguardaram a chegada da nave. Só que ela não pousou e voou em direção a Cidade dos Ultras. Percebendo a ação do starfighter, os ultras imediatamente voaram até a nave e um deles disparou um raio de seu antebraço, como alerta.

- Pouse a nave imediatamente, ou a abateremos! Bradou o Ultra.

A nave ignorou o aviso e o outro ultra lançou outro raio, atingindo a saída do propulsor da nave, a qual Seven foi obrigado a fazer um pouso forçado.

Assim que a nave pousou, os ultras ficaram em posição de defesa, quando Seven resolveu identificar-se.

- Sou um cavaleiro jedi. Necessito falar com o rei imediatamente! Disse Seven.

- Saia da nave imediatamente! Bradou um dos ultras.

Nisso, a carlinga do starfighter abriu e Ultra Seven saiu vagarosamente, encoberto pelo robe jedi, de modo que eles não podiam ver o seu rosto.

- Leve-me ao Rei, i-me-dia-ta-men-te. Disse Seven lentamente, usando um de seus poderes mentais, desenvolvidos em seu treinamento jedi.

- Hã..., sim. O levaremos. Hipnotizados os ultras disseram.

Então, escoltado pelos ultras, Ultra Seven foi conduzido até a presença de Ultra King, o qual estava no salão real, sentado em seu trono.

- O que devo a sua visita, cavaleiro Jedi. Disse King imponente, mas gentil e hospitaleiro.

- A minha presença tem por finalidade encerrar um assunto pendente com o reino. Disse o ultra jedi.

- E qual assunto? Não me recordo que há assuntos pendentes com os jedi. Aliás, nunca tivemos a presença de vocês aqui. Disse King.

- É sobre o julgamento de um ultra, que fora exilado.

- Você deve estar falando de Ultra Seven. Ele foi condenado ao exílio, contudo fugiu de sua pena e soube que ele estava em um treinamento jedi. Só que... É VOCÊ????????, bradou surpreso o rei.

Então Ultra Seven retirou o capuz do robe jedi e mostrou o rosto. Depois tomou o seu tamanho natural, para espanto e perplexidade de todos.

- Sou eu sim! Apresentou-se Seven.

- Ultra Seven! Admito que foi muita coragem você vir aqui, mas não permitirei que parta. Você está preso e sofrerá  novo julgamento! Determinou King.

Antes que o guarda real segurasse um dos braços de Seven, ele ergueu uma das mãos lentamente e, por encanto, o guarda ficou imobilizado.

- O que fez ao guarda? Perguntou surpreso King, vendo a demonstração de poder do ultra jedi.

- Eu não vim para ser condenado. Disse Seven serenamente.

Então King fez um sinal e outros ultras agarraram Seven, de modo que não possa reagir e retiraram o seu sabre de luz.

“Não posso reagir contra os meus irmãos!” Raciocinou Seven e resolveu colaborar.

Assim, foi conduzido a uma espécie de câmara de força, onde ele não podia sair, nem usar os seus poderes ultra. Enquanto isso, um outro starfighter se aproximava de M-78.

Mais tarde, Ultra Seven recebe Ultraman Léo em sua prisão.

- Por que voltou? Sabia que lhe prenderiam. Disse Léo, inconformado.

- Foi necessário. Disse Seven.

- Por nenhum momento passou pela sua cabeça que poderão condená-lo à morte? Perguntou Léo.

- O que seria pior: Enfrentar o seu passado ou fugir dele?

- Eu temo por você.

- Não há o que temer. A Força está comigo! Disse Seven.

Ultraman Léo não entendeu o que ele disse. Simplesmente baixou a cabeça e retirou-se em silêncio.

No dia seguinte, Seven recebeu outra visita. Ultraman Jack.

- É deprimente vê-lo assim. Disse Jack.

- Por que? Perguntou Seven.

- Devo-lhe a minha vida. Lembrou Jack mostrando o ultra bracelete.

- Parece que isso não tem muita importância agora.

- Estão preparando o seu julgamento.

- É, eu sei.

- Eu queria ajudá-lo.

- Haverá oportunidade para isso.

- Conte comigo para o que for necessário. Disse Jack.

- Fico-lhe grato. Temos que esperar os acontecimentos.

- Que seja assim então.

Nisso, Ultraman Zorfy veio avisá-lo do julgamento.

- Ultra Seven, o seu julgamento será ao entardecer deste dia. O local será no Salão Real. Ultra King presidirá. Prepare-se para tal evento.

Seven respondeu positivamente com um suave aceno de cabeça e Zorfy abaixou levemente a cabeça e retirou-se pensando com ele mesmo: “Por que ele teve que voltar? Por que?”

Como determinado, o Salão Real foi preparado para o evento. Haviam vários ultras aguardando para assistir o julgamento.

- Atenção a todos! Sua Majestade, Ultra King adentra no recinto para presidir o julgamento! Bradou Ultraman Zorfy anunciando a presença do Rei.

- Que tragam o réu! Ordenou King.

Uma escolta trazia Ultra Seven à presença do Rei.

- Que sejam proferidas as acusações!

- Ultra Seven é acusado de evadir-se de seu exílio e retornar ao planeta Terra, abandonando este e evadiu-se para outro planeta,  e submeteu-se a um treinamento estranho à doutrina Ultra, sem consentimento de Nossa Majestade. Em tom alto descreveu Zorfy.

- O réu está autorizado a apresentar as suas razões de defesa, agora! Determinou King.

- Majestade, irmãos, nada tenho a declarar! Disse seguro Seven.

Uma estupefação geral tomou conta do recinto, seguido de um burburinho entre a platéia.

Surpreso pela declaração do réu, King perguntou à platéia.

- Alguém, neste recinto, tem algo a declarar a favor do réu?.

O burburinho imediatamente cessou seguido de um silêncio sepulcral. Durante alguns segundos ninguém falava, aguardando quem poderia defender o réu, até que, ao fundo, um pequeno ser falou:

- Eu!

Todos olharam para ele com surpresa. O pequeno ser vestia o mesmo traje jedi que Ultra Seven usara. O capuz do robe cobria-se a cabeça.

- Aproxime-se! Ordenou o Rei.

O pequeno ser caminhou demoradamente em direção ao trono.

- Apresente-se! Determinou Ultraman Zorfy.

- Sou um mestre jedi. Quando terminou de dizer, descobriu a sua cabeça para que todos possam saber quem ele era.

- Meu nome é Luke Skywalker, Mestre de Ultra Seven. Fui eu quem o treinou para ser um jedi.

- O mestre sabia que ele era um exilado? Perguntou King.

- Sim, ele me contou, em Conruscant. Também contou-me sobre a sua pena.

- Por que o treinou então? Perguntou Zorfy.

- Para salvá-lo do lado negro da Força. Ele estava acometido de uma confusão existencial dentro dele. Respondeu Luke.

- Explique-nos melhor sobre isso. Pediu King.

- Eu o encontrei perambulando pelas vias próximas ao Palácio das Cinco Torres, onde fica o Conselho Jedi, em Conruscant. Senti uma grande turbulência da Força nele. Estava desapontado e confuso. Desapontado por que ele fora treinado para resguardar e lutar por planetas e fora punido por um ato a fim cumprir tão nobre missão, confiada por vossa majestade. Confuso por não saber mais qual é o seu significado de sua existência, tendo em vista que os habitantes da Terra, que ora defendia, estavam destruíndo o próprio planeta, contra  os quais ele não podia lutar e, por fim, foi expurgado de sua própria civilização, condenando-o ao exílio preso em um asteróide. Então, ele vagou pelo espaço procurando por qualquer tipo de ajuda. Da maneira que se encontrava, ele seria uma presa fácil para um Sith ou outro ser que poderia aliciá-lo e levá-lo para o lado negro. Explicou o mestre jedi.

- Além de “salvá-lo”, o mestre também tinha a intenção de reorganizar o conselho jedi, integrando o réu, não? Perguntou King.

- Sim. O meu padawan tem todas as qualidades e preenche todos os requisitos  para ocupar um lugar no conselho. Há uma necessidade de formar mais jedis para manter a ordem e o equilíbrio no universo. Assim, eu o estou treinando para ser um mestre jedi.

- Pois bem. Obrigado pela elucidação dos fatos. Mas o que tem a dizer em defesa do réu? Perguntou King.

- Qual, realmente, foi o crime cometido pelo réu? Seriamente perguntou o mestre jedi.

- O mestre deseja que repita as acusações? Em tom irônico disse Zorfy.

Mestre Luke respondeu:

- Vejamos: No planeta Terra ele tem a necessidade de se disfarçar ou incorporar a um terráqueo, para poupar as suas energias. O seu disfarce já era conhecido e foi obrigado a  se incorporar em outro ser. Isso fazia parte de seu treinamento ultra. Como ele não teve a oportunidade de contactar-se a este planeta, viu-se obrigado a tomar a iniciativa de incorporar a um ser humano, para ele não sucumbir e não fracassar em sua missão. Este ser, utilizando o seu elo com Seven, foi  quem o libertou do asteróide e, somente apenas, para reiniciar a sua missão de resguardar e defender o planeta. Quanto ao treinamento, a responsabilidade é toda minha! Eu o chamei, eu o treinei e eu o formei. Respondeu o Jedi.

- Estas são as razões de defesa de seu aprendiz? Perguntou King.

- Sim. E, pelo nome da justiça e da paz no universo, solicito que a sentença anterior seja revista e clamo pela absolvição do réu, em relevância a seus atos de lealdade, bravura e sacrifício.

Ultra King ficou pensando, analisando o que mestre Luke expôs e determinou:

- Esta seção entra em recesso. A irmandade ultra apresente-se na sala anexa para a análise das razões de defesa do Réu, imediatamente.

Ultra Seven voltou a sua face ao seu mestre e olhou-o com gratidão. Sabia que ele o defenderia.

Assim, o rei retirou-se do salão real, acompanhado pela irmandade ultra, com exceção de Ultraman Jack e Ultraman Tarô, Ultraman Jack aproximou-se do mestre jedi.

- O que posso fazer para ajudá-lo? Perguntou Jack.

- Ele salvou-lhe a vida, não foi?

- Duas vezes.

- O seu testemunho poderá ser usado em defesa dele.

- Eu tenho como apresentar isso! Disse Ultraman Tarô, aproximando-se dos dois.

- Se conseguir, apresente também as ocasiões em que ele pôs a própria vida em risco. Disse Mestre Luke a Tarô.

- Vou procurar nos registros e prepararei tudo! Disse Tarô.

- Ótimo, seja rápido. A absolvição do meu amigo depende de vocês.

Então os dois ultras se retiraram apressadamente para preparar os documentários.

Ultra Seven falou a Luke:

- Senti a sua presença, desde a saída de Conruscant.

- Você necessitaria da minha ajuda. Disse Luke.

- Obrigado por  tudo, aconteça o que acontecer. Disse Seven.

- Não se preocupe, meu amigo. A Força está conosco.

- Eu sei disso!

Depois de uma longa espera, a irmandade ultra saiu da sala e, por último, sua majestade, que sentou em seu trono.

- Atenção que a sua majestade proferirá o veredicto! Bradou Zorfy.

- Após ouvida a defesa do réu e consultada a irmandade ultra, declaro que Ultra Seven, em relevância aos serviços prestados com bravura e sacrifício, é perdoado das acusações...

King foi interrompido pela platéia. Houve uma gritaria geral, comparado a um gol de uma  final de copa do mundo de futebol, na Terra. Todos estavam a favor de Ultra Seven.

- Silêncio! Silêncio. Bradava Zorfy incessantemente.

Aos poucos, a platéia ia se contendo para ouvir o restante do veredicto.

- Como havia dito, Ultra Seven é perdoado das acusações. Assim determino os seguintes atos: que seja posto em liberdade a partir deste momento. Que seja revogada a sentença de seu exílio permanente em um asteróide. Que seja reconhecida a condição de Cavaleiro Jedi por este reino e tem a autorização para prosseguir em seu treinamento para ser Mestre Jedi. Que seja registrado tudo o que foi proferido por mim, Ultra King, Rei de M-78, neste julgamento. Faça-se!

Após a proferição do rei, todos queriam abraçar e cumprimentar Seven. Mestre Luke teve que fugir rapidamente do local para não ser pisoteado. Afinal a sua altura é infimamente menor que os habitantes de M-78.

Enquanto acontecia o congraçamento no palácio real, Luke dirigia-se ao seu starfighter e resolveu aguardar pelo seu aprendiz. Depois de algum tempo, Ultra King aproximou-se.

- Mestre Jedi, eu queria lhe agradecer.

- De quê, majestade?

- De salvar o meu melhor guerreiro.

- Salvá-lo, majestade?

- Sim. Você salvou-o de uma condenação injusta.

- Vossa majestade está querendo dizer que...

- Ás vezes, um rei pode cometer algum pequeno engano...

Luke ouviu isso com bom humor e sorriu.

- São coisas da Força.

- A Força, sempre a Força... suspirou o rei.

- Eu tenho que partir e levar o meu padawan comigo.

- Não deseja ficar? Pretendia realizar uma comemoração...

- Gostaria, mas tenho outros aprendizes que nos esperam. E o tempo é curto.

- Entendo.

Assim, Luke chamou Seven por telepatia e, depois de algum tempo, ele veio acompanhado por outros ultras.

- Estou pronto para partir, Mestre Luke. Contudo a minha nave está avariada.

- Você vem em minha nave.

- Pois bem. Aceito a carona.

- Ultra Seven, quando voltará? Perguntou King.

- Após terminar o meu treinamento de mestre. Respondeu Seven.

- Espero que seja breve. Disse King.

- Ele está em boa mãos, disse Luke.

- Já me avisaram. Confio em você. Disse King a Luke.

Então Ultra Seven tomou o tamanho de Luke, para embarcar no starfighter. Em seguida a nave decolou e King acenava, feliz que o seu guerreiro mais poderoso representava, com fidalguia, a civilização ultra em um conselho.

Quando o Starfighter entrou em hiper-espaço, Luke comentou com Seven:

- Você sabia que conseguiria, não é verdade?

- No início não, mas naquela noite eu tive a certeza que iria vencer.

- Como assim?

- A Força poderosa ela é. Repetiu as palavras do Mestre Yoda.

Luke olhou Seven com surpresa.

- Yoda?! Você teve com ele?

Seven acenou com a cabeça, positivamente.

 

Assim, os dois jedis regressaram a Conruscant. Muitas aventuras tiveram. Mas isso é outra história e será contada em outra ocasião.

 

 

 

Autor.: willians_luciane@bol.com.br

Textos.: Willians

Layout/html: Sebun

 

 


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